Nem tudo que eu sinto eu escrevo, e nem tudo que eu escrevo eu sinto. Sou assim, falo o que me der na telha, vômito as palavras com tanta facilidade. Sonho, viajo no meu mundinho, invento dores, amores. Gosto de brincar com as palavras, assim como uma criança gosta de ir ao parque de diversões. Ah, e também não tente me decifrar, muito menos me entender. Muitas das vezes, nem eu me entendo. Só sei do que gosto e do que não gosto e isso me basta.
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